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O Vale de uma Boneca


Para alegrar o dia: logo de manhã acompanhar o jogo da seleção masculina de vôlei contra a China e assistir uma entrevista com o fofo do André Heller após a alegre vitória!  



Escrito por A eterna Anne Welles às 18h57
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Momentos que só a Pós proporciona para você:

  

Entrar no prédio do COGEAE-PUC para assistir à terceira aula de Teorias do Processo de Criação e ter que explicar ao segurança, pela terceira vez, que você está entrando naquele prédio porque você tem aula lá! Quem mandou ser um coelhinho rosa no COS?! Sorte que não sou mais tão feliz e saltitante quanto antes... Hahahahahaha!

 



Escrito por A eterna Anne Welles às 22h24
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"Há três coisas que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada, e a oportunidade perdida"

Provérbio Chinês

 

 

Ela teve um dia muito bom. Aprendeu bastante, conheceu pessoas novas, pode conversar assuntos variados e estava se sentido realizada. Para completar aquela felicidade, resolveu se dar um presente: uma massagem quick massage. Tirou o último dinheiro de sua poupança e foi atrás de um bom relaxamento – estava realmente precisando disso.

 

Depois de 30 minutos, em que sentiu mais dor do que qualquer outra coisa, afinal estava muito tensa, pegou o ônibus rumo para sua casa e se sentiu leve. Há muito tempo não se sentia assim e apenas aproveitou a agradável sensação enquanto via a Avenida Paulista de dentro das janelas do transporte coletivo.

 

De repente, começou a chorar e, pela primeira vez nos últimos dois meses, não se conteve ou inventou uma desculpa esfarrapada para seu descontrole emocional. Chorou lágrimas sinceras e admitiu que estava chorando por causa dele. Lembrou-se de tudo o que viveu, recordou cada lembrança (algumas doces e outras, amargas) e deixou-se levar por cada lágrima.

 

Finalmente, estava lidando com a dor em sua alma. Saiba que ele, a partir de agora, era apenas uma parte de seu passado e sabia que o novo rumo de sua vida estava traçado.

 

Ao descer no ônibus, no seu destino, contemplou o trânsito da cidade e, pela primeira vez em muito tempo, teve a certeza de que tudo daria certo.

 

 



Escrito por A eterna Anne Welles às 22h04
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‘Prophet!’ said I, ‘thing of evil! - prophet still, if bird or devil!

By that Heaven that bends above us - by that God we both adore -

Tell this soul with sorrow laden if, within the distant Aidenn,

It shall clasp a sainted maiden whom the angels named Lenore -

Clasp a rare and radiant maiden, whom the angels named Lenore?’

Quoth the raven, ‘Nevermore’.

(Trecho de The Raven, de Edgard Allan Poe)

 

 

Porque, depois da semiótica, nada será como antes... Nunca mais!



Escrito por A eterna Anne Welles às 21h43
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Uma noite musical!







Família a gente não escolhe e isto pode ser ou não bom.



Na noite do último sábado, me reuni com uma parte muito querida e gostosa da minha família para dividir um agradável momento: comemorar os 15 anos da camerata que a minha tia Eliana rege atualmente. Garanto que me senti muito feliz por estar ao lado de pessoas que tanto amo e adoro. E, mais do que isso, fiquei muito contente por ter, em minha família, esses seres humanos que me completam e tornam a minha vida mais bonita.



A noite de comemoração começou com um gostoso jantar – macarrão servido com três tipos diferentes de molho. Após a refeição, a camerata abriu os festivos musicais, que ainda contou com o coral, grupo de dança e diversas apresentações que visaram agradar a todos os gostos musicais. Foi muito lindo e gostoso!



Minha tia se dedica à música com muito amor e carinho e ela brilhou muito nesta noite. Vovó e eu choramos a maior parte do tempo – esse caráter emotivo é genético! -, principalmente com as homenagens feitas à minha tia.



Com certeza, momentos em família assim são sempre muito bons!





Clarissa – cada vez mais linda! - e eu na platéia



Escrito por A eterna Anne Welles às 18h25
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Emoção Olímpica!

 

 

 

 

César Cielo conquistou na noite da sexta-feira, dia 15, a primeira medalha de ouro para o Brasil nas Olimpíadas 2008. E, sinceramente, não dá para deixar de comentar essa conquista emocionante.

 

Tudo bem que o fato de eu chorar na vitória de Cielo e em sua conseqüente premiação, não diz muito. Afinal, “oi, eu sou emotiva!”. Mas foi muito forte o sentimento de vê-lo ali no lugar mais alto do pódio depois de realizar uma bela prova e comemorar como verdadeiro brasileiro.

 

O nadador não só chorou, como também buscou o carinho de todos aqueles que o apoiou. Recebeu abraços, homenageou os pais e mostrou ao mundo que medalhas de ouro devem ser recebidas com muitos sentimentos.

 

Nunca me senti tão orgulhosa de ser brasileira... E garanto que toda a minha emoção não foi pela medalha de ouro e sim, pela conquista, pela determinação e por toda a emoção de Cielo.

 

 

Foi muito emocionante... Foi lindo!

 

 

Além disso, foi maravilhoso poder começar o sábado acompanhando a vitória da seleção masculina de vôlei, num disputado jogo contra a Polônia. Tudo bem que o primeiro set ainda mostrava um pouco daquele time que perdeu para a Rússia e amargou um quarto lugar na Liga Mundial.

 

Mas os meninos se recuperam e jogaram bem. Conseguiram fazer belos pontos, defenderam pontos importantes e apresentaram paixão em quadra. Foi fantástico ver Giba não temer os poloneses, ver Murilo cortar algumas bolas e, mais do que tudo, acompanhar a boa vibração de todos os jogadores. Sem contar que o André Heller fez importantes pontos e estava mais lindo do que nunca!

 

Agora é só torcer para a equipe masculina continuar com essa força toda para enfrentar os outros times e, quem sabe, chegar a mais uma final das Olimpíadas!

 

 

Toda essa alegria é mais do que merecida!!!



Escrito por A eterna Anne Welles às 13h34
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Uma dachshund – vulgo ‘linguicinha’ ou ‘bassê’ - de pêlo longo caminhando toda pomposa na Avenida Paulista. Simpática, linda e muito (muito mesmo!) carismática, a cadelinha consegue despertar sorrisos até nos rostos mais pálidos e cansados. 

 

A verdadeira felicidade está realmente presente nos menores detalhes de um dia!



Escrito por A eterna Anne Welles às 23h49
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"É tão difícil falar e dizer coisas que não podem ser ditas. É tão silencioso. Como traduzir o silêncio do encontro real entre nós dois? Dificílimo contar. Olhei pra você fixamente por instantes. Tais momentos são meu segredo. Houve o que se chama de comunhão perfeita. Eu chamo isto de estado agudo de felicidade"

Clarice Lispector

 

 

 

 

Ela perdeu o sono no meio da noite. Despertou assustada de um sonho – não sabia mais o que era! – e apenas ouviu sua respiração pesada e rápida enquanto interpretava a escuridão. Olhou para os todos os lados e, aos poucos, reconheceu o seu quarto no escuro da madrugada. Estava sozinha em sua cama e, apesar do receio de estar sem luz alguma, sentia-se protegida. Era seu quarto, era seu santuário, era o seu espaço único e especial no mundo.

 

Tentou reencontrar o sono, relaxou o corpo e se acomodou nos travesseiros. Mas nada adiantou – estava tão desperta como se o sol já tomasse conta do céu. Mesmo assim não se rendeu à energia de seu corpo e lembrou-se de que àquelas horas não dormidas lhe fariam falta no decorrer do dia.

 

Fitou o escuro e tentou não pensar em nada, afinal não queria se agitar mais. Nesse cenário, lembrou-se dos olhos dele. Ali, na escuridão de seu quarto, recordou-se daquele olhar que lhe penetrava a alma e desvendava os seus segredos mais profundos. Sentiu saudade – seu coração ficou bem pequeno -, sentiu vontade chorar, sentiu tristeza e sentiu raiva.

 

Aquela lembrança, não tão recente, ainda lhe provocava ambíguos sentimentos e ela sentiu-se abalada pela confusão em seu interior. Resolveu apenas fechar os olhos e cantarolou uma canção popular. Se pensaria em algo até adormecer novamente, decidiu que não seria ele quem comandaria tais pensamentos e optou por algo mais leve.

 

Percebeu ali, naquele singular momento, que ainda não estava pronta para lidar com tudo o que havia acontecido!



Escrito por A eterna Anne Welles às 21h58
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"Existir, para um ser consciente, consiste em mudar, mudar para amadurecer, amadurecer para se criar indefinidamente."

Henri Bergson



Escrito por A eterna Anne Welles às 18h33
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Nas nuvens – literalmente!

 

 

 

 

A seleção masculina de vôlei ia jogar contra a Sérvia às 3h30 da manhã e eu não poderia ver. Por causa da aula da PUC, eu precisaria dormir a noite toda e, por causa disso, logo precisei descartar quaisquer planos de ficar acordada a madrugada toda ou de acordar bem cedo. Afinal, como as aulas são densas, preciso estar descansada para poder acompanhar todo o conteúdo.

 

Mas na hora de deitar, não resisti: deixei a televisão a televisão ligada! Eu sabia que ia acordar cansada, eu sabia que não deveria, mas foi algo mais forte do que eu... Eu não podia perder o jogo e não podia deixar de dormir, então uni os dois.

 

Foi a melhor coisa que eu poderia ter feito. Vi alguns trechos do jogo e ainda dormi nos outros momentos. Mesmo sonolenta, eu consegui torcer (quando os meninos perderam o primeiro set, fiquei com o coração acelerado) e depois comemorei no momento em que acordei e os vi saindo da quadra, orgulhosos com mais uma vitória.

 

Além do mais, eu podia ver o André Heller e dormir. Aí, eu acordava, via o André Heller novamente e dormia novamente. Eu estava nas nuvens literalmente, com aquele homem lindo e loiro quase que o tempo todo na minha televisão. Naquela hora da madrugada, eu não poderia pedir mais nada.

 

Garanto que todo o cansaço de hoje – principalmente no período da tarde – valeu muito à pena!

 

 

O que falar diante de toda essa beleza e desses músculos?! Só estaria mais feliz se ele fosse meu, mas não sonho tão alto!



Escrito por A eterna Anne Welles às 20h40
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Nada como carinho de avô e avó para consertar um dia em que os planos não saem conforme o planejado...



Escrito por A eterna Anne Welles às 21h43
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O meu vigésimo segundo aniversário

 

 

 

 

A melhor coisa em se fazer aniversário é poder compartilhar a data com as pessoas que amamos. Ficar mais velha pode ser bom (principalmente quando sé a mais nova em sua turma de pós-graduação!), ganhar presentes é sempre gostoso, mas nada se compara ao carinho que se recebe nesta ocasião.

 

Analisando tudo o que vivi nos últimos dias, posso garantir que sou muito sortuda. Além de presentes fofos e super especiais (escolhidos com enorme precisão), pude jantar na companhia de minha família, comi um café da manhã especial – graças a uma bela cesta -, fui beber com meus amigos, conversei bastante, ri demais e me diverti como nunca.

 

Definitivamente, serão esses momentos que guardarei com muito carinho!

 

 

Papai, Mamãe e eu na comemoração familiar dos meus 22 anos!

 

 

Maurício, Michelle, eu, Vovó e Vovô comemorando meus 22 anos numa pizzaria!

 

 

Deixar a Iza feliz não é muito difícil!

 

 

Todos reunidos no Geni para comemorar o meu aniversário! Amo muito essas pessoas...



Escrito por A eterna Anne Welles às 18h50
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Feliz Aniversário... Para mim!



Escrito por A eterna Anne Welles às 10h46
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A mística do número 08

 

 

 

 

No dia 08/08/2008, não há como não falar da mística do número 8 na China.

 

Os chineses têm verdadeira obsessão pelo número, cujo som em mandarim representa "prosperidade" e "sorte". O culto ao oito faz com que placas de carro e celulares com a repetição do número custem fortunas e motivou a data escolhida para a cerimônia de abertura (que começou às 8h08 da noite e foi emocionante).

 

Outras particularidades do 8 na China são:

 

* 8 são as direções do espaço (Norte, Sul, Leste, Oeste, Nordeste, Noroeste, Sudeste e Sudoeste)

 

* 8 são os trigramas do I Ching que junto com 5 elementos da natureza, representados pelas mascotes, simbolizam tudo o que existe no universo e suas transformações.

 

* 8 são os grandes dias do ciclo solar: as entradas das estações, os solstícios e equinócios.

 

* 8 são as aspirações humanas do Feng Shui: carreira, espiritualidade, família, prosperidade, sucesso, casamento, criatividade e amigos; que em harmonia formam a saúde do indivíduo.

 

* 8 representa a terra, a montanha, a quietude, a reflexão e a sabedoria.

 

* 8 também é o símbolo do infinito. Para os chineses é algo como sorte e prosperidade infinitas!

 

Não é apenas na cultura chinesa que o oito é positivo. Na cabala, está ligado ao transcendental. No Cristianismo, representa a passagem de um estado para outro, a ressurreição. Na Numerologia, simboliza poder, magia e força. Na matemática, o oito "deitado" significa infinito.

 

Diante de todas as evidências e após muita reflexão, posso concluir que, definitivamente, está começando uma sintonia muito boa – não só no mundo, como em minha vida também!



Escrito por A eterna Anne Welles às 18h20
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E O Mundo Não Se Acabou

Carmen Miranda

 

Anunciaram e garantiram que o mundo ia se acabar

Por causa disto a minha gente lá em casa começou a rezar

Até disseram que o sol ia nascer antes da madrugada

Por causa disto nesta noite lá no morro não se fez batucada

 

Acreditei nessa conversa mole

Pensei que o mundo ia se acabar

E fui tratando de me despedir

E sem demora fui tratando de aproveitar

 

Beijei a boca de quem não devia

Peguei na mão de quem não conhecia

Dancei um samba em traje de maiô

E o tal do mundo não se acabou

 

Peguei um gajo com quem não me dava

E perdoei a sua ingratidão

E festejando o acontecimento

Gastei com ele mais de quinhentão

Agora soube que o gajo anda

Dizendo coisa que não se passou

Ih, vai ter barulho e vai ter confusão

 

 

Dizem que um dos maiores desafio do homem atual é dizer e, principalmente, ser ouvido. Em nossa humanidade, há quem garanta que é muito difícil encontrar alguém capaz, numa conversa, de devolver algo capaz de alimentar a alma. Não discordo disso, afinal é muito complicado manter alguns diálogos em certos momentos da vida.

 

Mas hoje, descobri que o contrário também é verdade. Existe muita gente que fala, que ouve e que alimenta a alma. E a sensação de viver algo assim é inexplicável... É como sentir pequenas epifanias seguidas que fazem todo o sentido no grande quebra-cabeça da vida!

 

Se o mundo é um grande queijo, eu realmente quero virar um grande verme para devorá-lo!!!

 

 



Escrito por A eterna Anne Welles às 22h33
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